Lost Words

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Hey gente, tudo bem?
Quadro novo aqui no Lost Words, todo dia 30/31 ou 01, vou trazer em um post só tudo que li, assisti e joguei. Se vocês quiserem um post mais detalhado (com minha opinião) sobre alguma leitura, série ou algum filme e jogo é só pedir nos comentários. A ideia desse post é ser um resumão mesmo 🙂





E por aí? Como foi janeiro? Me conta.
Beijos!
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Hey gente, tudo bem?
Hoje trouxe 6 filmes que foram meus favoritos neste ano, já assistiram algum?


- O Menu @starplusbr
- Top Gun Maverick @netflixbrasil
- Resgate 2 @netflixbrasil
- Capitão América 2: O Soldado Invernal @disneyplusbr
- Guardiões da Galáxia @disneyplusbr
- O Pacto @primevideobr

Lembrando que não estão por ordem de preferência!
Qual é o seu top seis do ano?
Beijos!
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Para os casais românticos:
- A Nova Cinderela
- Titanic
- Questão de Tempo
- Letra e Música
- Com Amor, Simon
- Para todos os garotos que já amei
- Simplesmente Acontece
- 10 Coisas que eu odeio em você
- De repente amor


Para os casais detetives:
- Desaparecida
- Fratura
- Ilha do Medo
- Fragmentado
- Um Contratempo
- Seven
- O Silêncio dos Inocentes
- O Menu
- Os Suspeitos


Para os casais trevosos:
- X - A Marca da Morte
- O Telefone Preto
- A Órfã
- O Iluminado
- Midsommar
- Um Lugar Silencioso


Para os casais comediantes:
- Gente Grande
- American Pie
- As Branquelas
- Festa da Salsicha
- Projeto X
- Se Beber, Não Case


Para os casais tiro, porrada e bomba:
- Matrix
- Missão Impossível
- Trem Bala
- John Wick
- Resgate
- Jack Reacher
- Top Gun: Maverick


Sim, está faltando MUITO filme bom nessas listas, mas peço para vocês deixarem sugestões nos comentários…
Feliz dia dos Namorados, e se você vai passar esse dia sozinho(a), aproveite para ver um filminho e cuidar de ti <3

Beijos!
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Hey gente, tudo bem?
Hoje trouxe os melhores filmes e séries que assisti durante o ano, lembrando que não estão em ordem de preferência, e nem necessariamente foram lançados em 2021. Já aceito indicações de filmes para o próximo ano, esse ano assisti mais de 80 haha.

Filmes:
- Ele é Demais (Netflix)
- Duna (HBO Max)
- A Criada (Netflix)
- Me Sinto Bem com Você (Amazon Prime)
- The Trip (Netflix)

Reassisti três filmes que amo, então vou deixar eles aqui também, porque são favoritos da vida <3
- Moana (Disney Plus)
- Shrek (Netflix)
- Harry Potter (pode ser todos? haha - HBO Max)

Série:
- Supernatural (Amazon Prime)
- Bridgerton (Netflix)
- A Maldição da Mansão Bly (Netflix)
- Cidade Invisível (Netflix)
- Por Trás de Seus Olhos (Netflix)

Ok, não briguem comigo por Supernatural estar mais um ano entre as favoritas haha. Querem resenha de algum filme ou série? Qual o seu top 5?

Beijos!
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 Santa Sangre: Ou Uma Psicose vista de dentro. 


“Estendo as minhas mãos a ti: a minha alma tem sede de ti como uma terra 
seca ... Ensina-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma.
- Salmos, 143.6,8”

    Acredito que a melhor forma de começar a falar sobre um dos meus filmes mais amados, Santa Sangre (1989) seria contando sobre sua gestação, como esse filme foi gestado na mente de dois diretores e como ele foi parar nas mãos de um homem que se denomina um Psicomago.

    Roberto Leoni definiu o rascunho original do filme baseando-se no tempo que passou trabalhando como bibliotecário em um hospital psiquiátrico e posteriormente dividiu tal ideia com Claudio Argento. Argento e Leoni decidiram que o diretor que mais se encaixava na ideia inicial do roteiro seria Alejandro Jodorowsky, um diretor franco-chileno que havia feito grande sucesso com A Montanha Sagrada (1973) e que havia encabeçado o projeto de produção do filme baseado no livro de ficção científica Duna, embora tal projeto nunca tenha sido terminado (mas ainda assim o projeto Duna viveu como referências em vários filmes como Star Wars ou Alien, mas isso é outra história e tomo estar me alongando demais). Jodorowsky aceitou um encontro para debaterem a produção do filme, mas somente se ele se encontrasse apenas com quem teve a ideia original do filme, Roberto Leoni. 

    Os dois diretores se encontraram em Paris e Jodorowsky questionou Leoni sobre quando ele teve a ideia inicial para o roteiro, ao revelar Jodorowsky ficou desapontado, disse que na noite que o roteiro foi concebido por Leoni ele estava dormindo, portanto o Anjo das Estórias passou por ele em Paris e ao encontrar Jodorowsky dormindo foi para Roma, onde encontrou Leoni, para Jodorowsky aquele roteiro era originalmente destinado a ele. Os dois trocaram ideias sobre o filme e Jodorowsky trouxe também para o roteiro a história de Gregorio Cárdenas Hernández, conhecido como o Estrangulador de Tacuba, e foi somente então que é parido, nas mentes de três diretores no mínimo excêntricos e igualmente geniais o filme Santa Sangre.

    Mas por que eu contei essa história? Bom, sinceramente eu devo admitir que não tenho muita certeza, acho que principalmente por ela mostrar todo o clima de estranheza e surrealismo que envolve o filme, mesmo este não sendo um filme surrealista, Jodorowsky tem essa peculiar habilidade, de transformar em surreal toda a realidade que toca, de mostrar o absurdo do mundo em que vivemos. Jodorowsky foi chamado para produzir um filme slasher, que na época podemos referenciar filmes como O Iluminado (1980), Halloween (1978), Psicose (1960), dentre outros. Jodorowsky sai do lugar comum e nos entrega uma experiência completamente diferente daquilo a que estamos acostumados. Sem mais delongas, vamos ao filme:

    O filme conta a história de Fênix, que inicialmente se encontra internado em uma instituição psiquiátrica, onde tem dificuldade de se comunicar com outras pessoas. No decorrer da história conhecemos episódios que aconteceram na sua infância. Fênix vivia com sua mãe, Concha (ou Vulva, em espanhol) e seu pai, Orgo, em um circo, neste espaço ele trabalhava como mágico e adestrador de um grande elefante,  sendo cuidado por diversos personagens como um palhaço e um anão. Um dia Fênix vê seus pais tendo relações sexuais e como estamos acompanhando a narrativa pelos olhos de uma criança, vemos a mãe de Fênix não gemendo de prazer, mas gritando, como se estivesse com dor, para a criança não existe diferença, e no dia seguinte ao evento, o elefante começa a apresentar sinais de doença, até eventualmente morrer. O elefante no filme pode ter inúmeros significados, podendo ser a representação da infância ou da inocência de Fênix.

    Entre as amizades do circo, Fênix contava com uma menina muda, uma mímica, que tinha mais ou menos a mesma idade que ele e se apresenta como seu primeiro interesse amoroso. Importante destacar que além de trabalhar no circo, a mãe dele era uma devota religiosa a uma santa sem braços, que se tratava de uma menina que havia sido mutilada após um crime sexual, tendo seus braços decepados pelos criminosos, sendo então chamada de Santa Sangre. Em dado momento da história, seus pais se desentendem por conta de uma outra integrante do circo, a mulher tatuada e  ambos acabam se matando, ele presencia partes das cenas de dentro de seu trailer, e vê sua mãe mutilada, sem os braços. 

    A partir daí, a história pula para Fênix como jovem adulto em uma instituição psiquiátrica onde afirmava ser uma ave, e não mais um ser humano, Fênix se recusa a se ver como humano, possivelmente para ele é mais fácil viver em um mundo de fantasia em que este não tem conexão com seu pai, nem mesmo a conexão de serem da mesma espécie.

    Como parte do tratamento, o psiquiatra do hospital decide incentivar a autonomia ao deixar que Fênix vá junto com outros pacientes, que são portadores de Síndrome de Down, para o cinema. Estes se desviam do local de destino quando um jovem gangster se oferece para vender cocaína e levar os jovens aos prostíbulos em troca do dinheiro que gastariam no cinema. E este é um dos momentos que demonstra a transgressão e o progressismo do trabalho de Jodorwsky, ele trata os jovens como o que de fato eles são, pessoas normais, pessoas com desejos, que não são puros e inocentes, mas portadores de desejos, desjos de prazer, seja ele proveniente do sexo ou do uso de drogas, Jodorowsky não se acovarda ao mostrar a realidade, mesmo que até hoje ainda tenhamos dificuldade de ver portadores de Síndrome de Down como sujeitos portadores de desejo.

    Fênix acaba fugindo do hospital após descobrir onde se encontra a mulher tatuada e acaba matando ela e outras mulheres que sejam de alguma forma sedutoras como ela era. Fênix percebia-se como as mãos de sua mãe fazendo isso, vivendo dentro de uma alucinação e vingando-se pela morte dela. Mas lembremos que Jodorowsky se recusa a nos mostrar os fatos como estes o são, vemos tudo a partir das percepções distorcidas pela fantasia psicótica de Fênix. Vemos também que Fênix pintava suas vítimas de branco antes de as enterrar, uma tentativa de replicar a segunda mulher em sua vida por quem se apaixonou, a menina muda que fazia truques como mímica, que usava maquiagem completamente branca. Fênix, como Norman Bates, tenta matar metafórica e literalmente seu desejo por outras mulheres, assim como seu desejo pela mímica de sua infância. 

    Fênix é tirado da sua alucinação ao reencontrar sua amiga muda do circo. Ao se encontrar novamente com a Mímica, aos poucos luta contra a ideia de que seus braços são de sua mãe e que precisa matá-la, Fênix inclusive demonstra uma fixação pelo personagem ficcional do Homem Invisível, desejando se tornar este, apresentando um desejo de auto extermínio, uma tentativa de se apagar em detrimento a sua mãe. Eventualmente Fênix descobre que sua mãe era apenas uma fantasia dentro de sí, uma alucinação, da mesma forma que Norman Bates incorporava a figura da mãe para matar as jovens incautas que se hospedavam em seu hotel, Fênix tem suas mãos tomadas pela sua mãe, já falecida, matando todas as mulheres por quem este se apaixona.

    Ao longo do filme percebe-se que Fênix possui uma estrutura psicótica, pois este ao lidar com a morte de sua mãe produz uma realidade alternativa, trazendo ideias de punições associadas a religiosidade da mãe e ao mesmo tempo matando toda mulher que busca ocupar o lugar de “mulher de sua vida” preso eternamente na metáfora edípica. Conforme Silva e Filha (2016, p. 232) “(....) na psicose a realidade é rejeitada, o eu se afasta, transforma a realidade a partir de traços de memória e são acrescentados outros elementos”.

    Este, ao matar suas vítimas as pintava de branco antes de enterrar, uma tentativa de matar também a paixão infantil que teve com a mímica muda que trabalhou no circo, para ele nutrir sentimentos por outra mulher seria como assumir o papel de adúltero, papel que seu pai assumiu ao trair a mãe de Fênix com a mulher tatuada.  Ao encontrar com a mulher que “causou” a morte de sua família, Fênix passa a ver sua mãe como uma alucinação e a entender que por ela não ter braços deve assumir seu lugar vingando-se por ela.

Fênix apresenta uma estrutura de eu fragilizada, ao perder a mãe perde parte importante de quem era, não se reconhece mais como pessoa, tanto que durante seu período de institucionalização este não se via mais como um ser humano, mas sim como uma ave de rapina, Silva e Filho (2016, p.231) trazem que quando o eu está deste modo “(...) as representações psíquicas vêm da memória carregada de desejo até chegar ao sistema perceptivo, produzindo assim a alucinação.”

    É apenas quando começa a ter suas alucinações com a mãe viva que volta a assumir o papel de ser humano e busca trabalho fazendo aquilo que fazia antes, espetáculos circenses. Durante seu trabalho demonstra forte tendência a regressão, repetindo o que o pai faz, se vestindo com roupas muito similares e apresentando um show com arremesso de facas, quando encontra a primeira mulher por quem tem interesse, esta pede para ele demonstrar para ele seu número e Fênix acaba por matar a mulher sob influência de sua mãe que afirmava que ela “o havia corrompido com sua luxúria”, novamente outra referência ao caso de adultério de seu pai. Parte de suas alucinações também eram membros do circo de sua infância, os palhaços e o anão do circo, estes se apresentavam como ajudantes, outro símbolo demonstrando forte comportamento regressivo.

    No final, ao destruir a fantasia de sua mãe, Fênix é preso pelos múltiplos assassinatos que (sua mãe) ele cometeu, os policiais se aproximam da casa com armas em punho ordenando que Fênix ponha suas mãos ao alto, e este obedece, olhando para suas próprias mãos e agindo pela primeira vez com elas por sua própria vontade, e não pela vontade de sua mãe.

    Mas é claro que o diretor que se denomina como um psicomago não iria se limitar apenas a metáfora psicanalítica, devemos nos dedicar também a magia, e foi utilizando o livro O Caminho do Tarot (2016), escrito pelo próprio Jodorowsky, que tentei desenhar uma metáfora utilizando tais cartas.

    Para quem não conhece, o tarot é uma forma divinatória, possuindo 22 arcanos maiores e 56 arcanos menores. Decidi me focar apenas nos arcanos maiores. Os arcanos maiores apresentam uma história sendo contada se postos em sequência, tal história começa no arcano 0, o Louco, que vai passando pelos outros arcanos até chegar no 22º, O Mundo, e recomeçando sua jornada após isto. Vou destrinchar quais cartas em sequêcia pude observar no filme, não me debruçando sobre os significados de cada carta:

0 - O Louco: Fênix internado no hospital psiquiátrico, nesse caso, literalmente o louco;
1 - O Mago: representado pelo próprio Fênix em sua infância, a analogia entre o mago e o mágico se torna forte;
2 - A Papisa: representada pela menina Mímica, seu desejo, a quem ele destina seu amor;
3- A Imperatriz: A mãe de Fênix, Concha, exercendo suas funções como sacerdotisa;
4 - O Imperador: O pai punitivo de Fênix;
5 - O Papa: O pai de Fênix cravando com uma faca uma tatuagem no peito do filho;
6 - Os Namorados: a traição do pai de Fênix com a Mulher Tatuada;
7 - O Carro: literalmente o carro do médico que leva Fênix na sua ida ao cinema, quando este reencontra a Mulher Tatuada quando adulto.
8 - A Justiça: O assassinato da Mulher Tatuada e o renascimento da mãe de Fênix;
9 - O Eremita: Fênix vagando pelo mundo sem destino, com suas vestes de mágico;
10- A Roda da Fortuna - Fênix Iniciando sua jornada como artista e mãos de sua mãe;
11 - A Força: O primeiro assassinato cometido pelas mãos da mãe de Fênix;
12 - O Enforcado: O pesadelo de Fênix, sua visão morrendo da mesma forma que o elefante, a metáfora de sua infância e do seu eu, morre. Fênix nota sua vontade de auto extermínio;
13 - O arcano sem nome (ou A Morte): a tentativa de suicídio de Fênix pelas mãos da mulher forte, Fênix entendendo que deve ser punido pelos crimes de sua mãe;
14 - A Temperança: A Mímica indo atrás de Fênix, é com a visão dela que ele começa seu processo de cura/separação da sua consciência com a de sua mãe;
15 - O Diabo: Fênix se entregando ao seu desejo, abandonando sua “obrigação” com sua mãe e indo atrás de seu prazer;
16 - A Torre:  Queda da ilusão da mãe de Fênix, assim como a queda da ilusão de seus amigos do circo que não estão lá;
17 - A Estrela: Fênix se apropriando de suas próprias mãos.

    Jodorowsky nos encanta com as possibilidades de interpretação de sua obra, as inúmeras analogias que podemos encontrar dentro de apenas um filme, assim como os debates e discussões sobre tais interpretações. A obra de Jodorowsky se mostra viva ainda, mesmo com o filme já possuindo 32 anos ele ainda pulsa e ainda vive dentro de nós, contanto que continuemos interpretando e revivendo constantemente sua obra.

REFERÊNCIAS: 

JODOROWSKY, Alejandro; COSTA, Marianne. O Caminho do Tarot. Editora Campos, 2016.
SANTOS, Leonardo Carvalho; FILHA, Lêda Lessa Andrade. Psicose e Psicanálise: Observações sobre o Diagnóstico. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde,  2016.


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Hey gente, tudo bem?
Quem aí também ama esses filmes de curta duração? Eu me encantei por essas histórias, e resolvi trazer para vocês um top 5 das que mais gostei no Disney+. Espero que gostem, aceito indicações nos comentários haha.

Toca


Toca conta a história de uma jovem coelha que tenta de tudo para cavar a toca dos seus sonhos, apesar de não ter ideia do que está fazendo. Em vez de revelar aos vizinhos suas imperfeições, ela se afunda cada vez mais em problemas.

Kitbull


Um relacionamento improvável surge entre duas criaturas: um gatinho feroz perdido e independente, e um pit bull. Juntos, eles desenvolvem uma amizade pela primeira vez.

Piper


A história de um pequeno pássaro que vive próximo a praia e se aventura pela primeira vez a sair do seu ninho e ir atrás de comida. Uma perspectiva delicada da vida humana sob o olhar do pequenino animal.

La Luna


Um jovem garoto acompanha pela primeira vez seu pai e avô numa noite de trabalho. As três gerações tomam um velho barco de madeira, remam mar adentro e quando não há mais terra à vista eles param e esperam. O garoto se surpreende quando descobre que o trabalho de sua família é mais inusitado do que ele poderia imaginar. Será que o menino irá sentir vontade de seguir as tradições?

Segredos Mágicos


Em um dia normal, a vida de Greg é cheia de família, amor e um cachorrinho indisciplinado - mas apesar de tudo isso, Greg tem um segredo. Hoje é diferente, no entanto. Com alguma ajuda de seu filhote precoce e um pouco de magia, Greg pode aprender que ele não tem nada a esconder.

Menção honrosa - O Guarda-chuva Azul


É apenas mais uma noite de volta para casa quando a chuva começa a cair e a cidade ganha vida ao som das gotas que pingam nos canos, dos assobios dos toldos e do borbulhar dos bueiros. E em meio a tudo isso, dois guarda-chuvas — um azul, outro não — apaixonam-se para sempre.

Gostaram do post? Já assistiram algum?
Beijos!

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Contem spoiler do primeiro filme!

Hey gente, tudo bem com vocês?
Esse post finalmente saiu, estava ansiosa para contar minha opinião sobre a continuação de um dos meus filmes favoritos, o segundo não me agradou 100% como o primeiro, mas soltei vários 'awwwn' durante haha, vamos lá?!

Depois de todas as cartas de amor de Lara Jean serem enviadas no primeiro filme, e ela ter um contrato de namoro com Peter, o filme acaba com eles namorando de verdade - dessa vez sem contrato, ufa -, porém um novo personagem aparece para deixar nossa protagonista dividida, o John Ambrose.
Não queria comparar muito o filme com o livro, mas devo dizer que no livro os momentos de Lara Jean com John são muito mais fofos, e tem momentos mais importantes. No filme senti que o personagem foi apenas 'jogado' na história para rolar o famoso triângulo amoroso. Mesmo assim, acabei gostando muito do John, e pela primeira vez senti que estava na corda bamba com o Peter, tinha momentos em que eu ficava feliz com suas atitudes, mas em outros momentos me senti decepcionada (acho que quem já assistiu deve saber do que estou falando). E por favor, alguém sabe do Josh? Ele sumiu totalmente no segundo filme, senti falta :/

Assim como no primeiro filme, a fotografia e a trilha sonora está impecável, e a importância do apoio familiar continua em evidência, algo muito positivo na minha opinião.
Lara Jean quer ser a namorada perfeita, mas deixa a entender que está balançada após a chegada de John, senti falta do Peter do primeiro filme, e John é o típico personagem perfeito que faz você ficar balançada e deixa aquele quentinho no coração.
Ah, e não me entendam mal, eu gostei sim do filme, mas como boa leitora que ama uma trilogia eu precisava falar algumas coisas que deixaram a desejar para mim; mas lembrando que essa é apenas a minha opinião. E por favor Netflix, trás logo o terceiro!

E a sua opinião, qual é? Já assistiu ambos os filmes? Me conta <3

Com amor, Lara Jean Line.
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Oi, tudo bem com vocês?
Esse final de semana não teve post porque foi correria aqui, mas amanhã eu libero o resultado do Top Comentarista de agosto. E já adianto que essa semana tem muito post com indicações de livros, e resenha premiada <3

Quando fiquei sabendo que Sierra Burgess É uma Loser seria lançado pela Netflix fiquei contando os dias para assistir. E finalmente consegui, é um filme que mistura romance, drama e comédia de um jeito bom, de um modo que não se vê em filmes desse gênero hoje em dia. Mas será que eu gostei de todo o filme?!



O filme é inspirado em uma peça chamada Cyrano de Bergerac escrita em 1897.

Sierra é uma adolescente inteligente, que está fora dos padrões impostos pelo ensino médio. E falando em ensino médio, aqui temos as mais populares, lideradas por Veronica.
Veronica dá o número de Sierra para Jamey.
Sierra começa a receber mensagens, e começa a se apaixonar. Jamey fala com Sierra achando que é Veronica. Até quando isso vai funcionar? Sierra vai precisar da ajuda da garota popular que adora zoar os 'perdedores'. Alguma chance disso funcionar?


Estou apaixonada por esse filme. Finalmente um filme onde a protagonista foge dos padrões, onde a garota popular tem seus problemas, onde uma amizade nasce do lugar mais improvável, onde o amor fala mais alto pela beleza interior, e não exterior.


Sierra não é aquela adolescente que se aceita como é, mas ela lida com as situações da maneira que acha mais conveniente. Ela aprende que precisa se amar antes de qualquer coisa. E sabem o melhor? Sierra mostra o quanto é humana. Não, ela não é aquela protagonista que todos colocam em um pedestal chamando de coitadinha, Sierra erra, Sierra pisa feio na bola, e aprende com isso.
Já Veronica tem tudo para me fazer odiá-la, mas não odeiei. Mais uma personagem que mostra o quão humana é, o quanto tenta se esconder em algo que acredita ser o certo  mas se vê perdida. É lindo ver o quanto ela amadurece, o quanto ela aprende no decorrer do filme.
Jamey é aquele protagonista que arranca suspiros, ele também não é perfeito, e isso precisa ser retratado nos filmes hoje em dia. Eu amei o cuidado dele com o irmão, o modo como era carinhoso comVeronica/Sierra.


Eu me identifiquei muito com esse filme, ele passa uma nostalgia; me lembrei da época da escola, de namoros a distância, de amizades que começaram de maneira peculiar, de como é normal não ter um corpo 'perfeito', ou uma vida 'perfeita'. É um filme gostoso de assistir do começo ao fim.
E sem dúvidas a parte mais emocionante é quando Sierra canta, uma música que qualquer um se identifica.
Além de tudo isso, a comédia do filme não deixa a desejar, mesmo brincando com assuntos sérios, em nenhum momento existe a falta de respeito, como normalmente vemos por aí;


Sierra Burgess É uma Loser é um filme diferente do que estamos acostumados, aqui você encontra amizade, medos, inseguranças, amor, família, compaixão, superação e aceitação; Errar é normal, mas aprenda com seus erros. Não faça ninguém sofrer por um capricho seu!

Já assistiu? Gostou? Me conta aqui nos comentários.

Beijos!
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oioi gente, tudo bem com vocês?
A Barraca do Beijo foi um filme muito comentado nas redes sociais, muitos elogios e algumas críticas negativas. Eu não li o livro mas assisti o filme, e hoje conto a vocês a minha opinião sobre essa comédia romântica, um tanto quanto clichê mas que foge do 'padrãozinho'.


Lee e Shelly se conhecem desde sempre, suas famílias são amigas a anos, e eles cresceram juntos, sendo melhores amigos. Eles possuem regras na amizade, como: não contar seus segredos para mais ninguém, ou não se envolver/namorar/ficar com ninguém da família um do outro. Mas essa regra vai por água abaixo quando Elle se vê apaixonada por Noah, irmão mais velho do seu melhor amigo; Quando isso acontece? Com um beijo na Barraca do Beijo!


É então que começa todo aquele clichê de namorar escondido, mentir para o melhor amigo, sentimento de culpa, e muito mais. 


Elle tem uma personalidade forte, Lee é aquele personagem fofo, e Noah o famoso Bad Boy, que adora uma briga e tem uma personalidade instável. 
O filme conta com algumas cenas desagradáveis. Logo no inicio a calça de Elle rasga e sua única opção é uma mini saia que também faz parte do uniforme escolar. Ela chega na escola e chama atenção dos garotos, que começam a soltar piadinhas e um até aperta a bunda dela. Nisso Noah aparece como herói do dia e bate no cara. Elle além de perdoar o garoto que abertou sua bunda, aceita sair com ele. Achei isso muito errado, porque fica claro o desconforto da garota na hora do ocorrido. Mas confesso que a forma de se desculpar foi hilária. 
Noah é muito controlador também, se alguém sair com Elle, apanha. E no filme não explica o porque dele ser assim, em uma cena ele diz apenas que seus pais procuraram ajuda, mas não descobriram o motivo de toda essa raiva contida. 

Mas vamos falar um pouco dos melhores amigos? Algo que gostei muito (e foi bem diferente do convencional) é a questão de nunca ter acontecido nada entre Elle e Lee, eles são melhores amigos apenas, provando que amizade entre homem e mulher existe sim; nunca tiveram sentimentos escondidos um pelo outro. Isso me deixou muito feliz, porque um triangulo amoroso aqui, poderia estragar tudo. 



Eu adoro um clichê, então eu gostei sim do filme, se desconsiderar as cenas desagradáveis, podemos ter uma experiência muito agradável e dar boas risadas com esse filme.
A atuação foi algo que me agradou, sei que muita gente não gostou da atuação do Jacob Elordi (Noah), mas eu adorei. Ele deu vida ao personagem de forma bem prazerosa, e fez um par lindo com a Joey King (Elle). 

O livro nasceu do Wattpad, e a autora tinha apenas 15 anos, e não podemos negar que o filme foi um sucesso. 

Vou ler o livro em breve e trago a resenha para vocês. 

Quem aí já assistiu o filme? Gostou? Me conta tudo aqui nos comentários. 

Beijos!

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Oi, tudo bem com vocês?
No dia 17 desse mês (agosto), teve a estreia de Para Todos Os Garotos Que Já Amei, um filme que eu estava muito ansiosa para ver (obrigada Netflix), li os dois primeiros livros a algum tempo, e as expectativas estavam altas referente à adaptação de uma história que eu tanto gostei, mas será que o filme me agradou?


Lara Jean escreve cartas de amor sempre que se apaixona, até agora escreveu cinco. Ela guarda em envelopes com o endereço de destinatário, e é seu segredo, ela não envia as cartas por ser algo pessoal, e ela odiaria alguém lendo suas palavras de amor; As cartas são uma forma que ela encontrou de desabafar sobre sentimentos que muitas das vezes nem ela compreendia. Sua irmã, por amor, envia as cartas. É aí que começa o caos na vida da nossa protagonista; entre essas cartas, está uma para seu melhor amigo, e namorado de sua irmã. Lara se desespera e sua única solução (aparentemente) é começar um namoro fake, com outro garoto que ela também escreveu uma carta de amor. Lara quer apenas fugir dos problemas que essas cartas poderiam causar, e Peter quer reconquistar a ex-namorada, será que isso vai dar certo? Eles têm contrato e tudo gente, muito profissional não? haha.



O filme me conquistou pela simplicidade, nada aqui é forçado. Tudo acontece de forma natural, os problemas, as situações constrangedoras, tudo na medida certa. Lana Condor deu vida a nossa protagonista com louvor.


O filme têm seus clichês, como: o garoto bonito e popular que sofre pela ausência do pai; a irmã mais velha que vai fazer faculdade e tenta ser madura deixando a família e um grande amor para trás; um pai descolado, que faz de tudo para criar suas três filhas sem a esposa; a garota popular do colégio que faz de tudo para separar o casal principal. E o que todos têm em comum? Inseguranças que a adolescência trás para qualquer um;
O filme conta com referencias aos anos 80, e mostra que em um mundo com tanta gente alienada em tecnologia o amor ainda pode ser real; os sonhos podem ser reais; e que a família é a base de tudo.

Como leitora posso falar que senti falta de muitas coisas, e até fiquei chateada com algumas mudanças, um exemplo, é que no livro, Kitty, a irmã mais nova de Lara, envia as cartas como forma de vingança, e não porque estava achando sua irmã muito solitária.
Como fã de Harry Potter, senti falta da cena do Halloween, onde Lara vai vestida de Cho, e Josh seu melhor amigo de Harry, fazendo ciúmes em Peter. Sem falar nos scrapbooks que Lara sempre fazia, algo que me motivou a fazer quando li o livro, ela é a louca dos cookies, e scrapbooks. E várias outras cenas, claro. Se quiserem posso trazer um post de filme x livro para vocês.

Se for assistir o filme, espere os créditos finais, a cena pós créditos indica uma continuação.
E se apaixonem por Peter Kavinsky e Lara Jean assim como eu <3


Já assistiu? Já leu os livros? Me conta aqui nos comentários!

Com amor, Lara Jean Line!
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A Blogueira:


About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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