Título: Matéria-Prima
Autor(a): Jonas Zair Vendrame & Thaís F. Barbosa
Editora: Skull
Páginas: 176
Gênero: Romance policial / Suspense
Ano: 2020
Data da pré-venda: 15/07/2020
Hey, tudo bem com vocês?
Quando o Jonas me chamou para ler seu novo livro em parceria com a Thaís fiquei muito feliz, primeiro por gostar muito da escrita dele, e segundo por ser o primeiro livro que a Thaís escreve. O resultado dessa dupla de dois? Uma leitura arrebatadora, cheia de ação, obsessão, sangue, amor, incertezas e suspense... tudo ao mesmo tempo.
Em Matéria-prima vamos conhecer Dylan, que levava uma vida tranquila no Texas, até sua irmã, Sarah desaparecer na universidade em Nova York. Um jovem do interior em meio à cidade grande, em sua busca frenética por pistas, descobre que além de sua irmã, outras moças também desapareceram. O que aconteceu com Sarah? O mal pode transformar alguém do bem?
Eu amo romance policial, me vi com as expectativas nas nuvens quando comecei essa leitura. A escrita dos autores se entrelaçam de forma ímpar, e aos poucos eles vão dando informações importantes, mas simultaneamente confundindo a cabeça do leitor. Um mar de dúvidas vão surgindo no decorrer da leitura, ao mesmo tempo em que todos parecem ser suspeitos. Uma obra feita com mestria, um enredo de tirar o fôlego e personagens intrínsecos. Gostaria muito de falar sobre cada um dos personagens aqui, mas aí vocês iriam descobrir os meus favoritos - inclusive um deles me lembrou muito o detetive Sully, quem leu Relatos de Sangue sabe de quem estou falando <3 -, e acredito que essa leitura é mais prazerosa quando lemos sem saber o que está nos esperando, então vou deixar vocês descobrirem o porquê dos personagens serem tão bem construídos.
Jonas e Thaís conseguiram mexer com a minha mente, quando eu desconfiava de algo eles me mostravam que mais uma vez eu estava enganada e que nada é o que parece ser. Com uma escrita espontânea, Matéria-prima me prendeu desde sua primeira página, e me deixou em êxtase ao chegar no final.
Indico essa obra para todos, Matéria-prima é fascinante, afinal 'em mãos assassinas até uma rosa se torna suspeita'.
Beijos!
