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Título: Bile Negra
Autor(a): Oscar Nestarez
Editora: Empíreo
Páginas: 168
Gênero: Terror
Ano: 2017
Skoob
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"Bile Negra" é um intrigante romance escrito por Oscar Nestarez, que mergulha no mundo perturbador da mente humana e na luta contra uma pandemia mental. A história é ambientada em um cenário onde uma substância misteriosa se espalha rapidamente, agindo como um verme que toma conta do hospedeiro, levando-o à beira da insanidade.

O protagonista, Vex, é um jovem tradutor que se vê obrigado a enfrentar essa pandemia mental e buscar uma solução para conter seu avanço. Inspirado na antiga Teoria Humoral, que sugere que o equilíbrio entre os humores é essencial para o funcionamento saudável do corpo e da mente, o romance mergulha no excesso de bile negra, também conhecida como melancolia.


A bile negra é representada como um humor saturnino, sombrio e melancólico, cujo desequilíbrio pode levar à deterioração da saúde mental. O autor explora profundamente essa ideia, utilizando-a como metáfora para os desafios emocionais e psicológicos enfrentados pelo protagonista e pela sociedade como um todo.

Ao longo da narrativa, Vex embarca em uma jornada introspectiva, na qual precisa confrontar seus próprios demônios internos enquanto tenta compreender e combater a propagação dessa pandemia mental. O livro aborda temas como a depressão, a ansiedade e a solidão, explorando a complexidade das emoções humanas e a fragilidade da mente.


A escrita é envolvente e poética, apresentando ao leitor uma série de imagens vívidas e reflexões profundas. A atmosfera sombria e opressiva contribui para criar uma sensação de desconforto e tensão ao longo da leitura. Além disso, o enredo intrigante mantém o leitor ávido por descobrir os desdobramentos da história e a possível solução para a pandemia mental.

No entanto, cabe ressaltar que "Bile Negra" é uma obra densa e introspectiva, que exige uma leitura atenta e reflexiva. A temática abordada pode ser intensa e impactante para alguns leitores, já que mergulha nas profundezas da psique humana e nos desafios enfrentados por aqueles que lutam contra doenças mentais.

Já leram?
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Beijos!
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Título: O Povo Branco & O Selo Negro (Círculo Lovecraft)
Autor(a): Arthur Machen
Editora: Pyro Books
Páginas: 144
Gênero: Fantasia / Literatura Estrangeira / Terror
Ano: 2020
Skoob


"O Povo Branco & O Selo Negro", do autor Arthur Machen, é uma coletânea de contos que exploram a existência de raças antigas e mágicas, preexistentes à humanidade. Com uma escrita sombria e repleta de mistério, Machen nos leva a um universo de segredos ocultos e símbolos enigmáticos.

No conto "O Povo Branco", somos apresentados a uma jovem que afirma enxergar coisas além do alcance das pessoas comuns. Ela questiona a veracidade das histórias contadas por sua avó e sua ama, seja por meio de inocentes canções ou contos de fadas. À medida que a verdade se revela de maneira sucinta, somos levados em sua jornada assustadora e fascinante, narrada por meio de um diário.


Já em "O Selo Negro", um professor se depara com a descoberta de uma pedra negra marcada por estranhos símbolos. Ele mergulha em estudos especulativos, construindo uma trama que aborda a existência de seres antigos, mais antigos que a própria humanidade. A narrativa é conduzida pela babá de seus filhos, uma jovem perspicaz e ávida leitora de clássicos latinos, que participa ativamente da história com suas descobertas e sugestões. A contratação de um novo criado, aparentemente ignorante, leva a trama por caminhos inimagináveis, revelando novas e cruéis descobertas.

Arthur Machen, descendente dos povos celtas e saxões, é um esteta do horror. Ele habilmente sintetiza e modifica as lendas e contos de fadas que ouviu de seus parentes na região de Usk, transformando essas maravilhosas histórias em narrativas terríveis e mirabolantes, repletas de especulação e horror cósmico.


Ao ler "O Povo Branco & O Selo Negro", é possível compreender a origem de algumas das criaturas mais abomináveis do universo de Lovecraft. Machen estabelece um ambiente de suspense e medo, deixando o leitor imerso em uma atmosfera macabra e desconcertante.


Essa coletânea de contos de Arthur Machen oferece uma experiência literária única, cativando os amantes do horror e da ficção especulativa. Com sua narrativa envolvente e sua habilidade em criar atmosferas perturbadoras, Machen conquista os leitores, transportando-os para um universo repleto de seres ancestrais e sombrios. "O Povo Branco & O Selo Negro" é uma leitura indispensável para aqueles que apreciam o horror cósmico e as histórias que desafiam nossa percepção da realidade.

Já leram?
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Título: Noir Carnavalesco
Autor(a): Ian Fraser
Editora: Pyro
Páginas: 264
Gênero: Ficção / Literatura Brasileira / Romance
Ano: 2019
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Se você é fã de folclore, essa obra é para você!
Eu sou fissurada no assunto, e vocês imaginam minha reação ao saber desse livro da Pyro, precisava ler o quanto antes. Então hoje eu trouxe a resenha, vamos lá?!

Em 1994 o tecido da realidade desapareceu, dando assim uma brecha ao mundo oculto. Lendas e mitos passaram a viver como humanos, como exemplo posso usar o Curupira, que virou motorista de Uber. Ou seja, o mundo nunca mais foi o mesmo depois daquele ano.
Em meio a isso, conhecemos o boto, Bartolomeu Osório, detetive particular que está investigando o sumiço de Verônica Marte, a filha adolescente de seu contato na polícia. Porém, Meu vai entrar a fundo em uma investigação complexa, trazendo à tona o passado, ganância e sangue. E de pano de fundo, temos nada menos que o carnaval de Salvador.


Obra nacional sublime, Noir Carnavalesco mistura investigação policial, cultura, folclore  e bom humor, sem faltar cenas violentas. As descrições me fizeram viajar durante a leitura, a escrita do autor é mágica, parecia que ele estava na minha frente me contando essa história. Bartolomeu é aquele personagem que a gente se apega, mesmo sabendo que ele não é nenhum herói, ele conquista o leitor aos poucos, com suas referências, brincadeiras e sede de verdade. Adorei ver várias lendas, como wendigo, loira do banheiro, saci e o boitatá, posso dizer cheia de orgulho que nosso folclore está bem representado.
Li essa obra em dois dias, era impossível largar depois de finalizar um capítulo, todos tinham um gancho para um mistério que estava por vir. O final é daqueles que deixam o leitor de boca aberta, sem acreditar no que está lendo.


A edição da Editora Pyro é uma obra de arte, capa dura, ilustrações, playlist, tudo para deixar essa história mais real. 

Já quero ler mais obras do autor, Noir Carnavalesco foi escrita com mestria!
Gostam de folclore? Me conta!
Beijos!
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Hey gente, tudo bem?
Essa semana chegou por aqui uma caixinha cheia de amor, e quem mandou foi a Editora Pyro. Então resolvi trazer de volta a coluna de recebidos aqui no blog, para mostrar com mais detalhes e mais informações. Vamos lá:


Sinopse: O que acontece quando perdemos as rédeas de nossa própria mente?
Uma pandemia se espalha por bairros, cidades e países. Sorrateira, é causada por uma perigosa substância, que age como um verme que fatalmente conquista a vida do hospedeiro. E Vex, um jovem tradutor, precisa recrutar todas as suas forças para conter esse avanço.
Com origem na Teoria Humoral segundo a qual o bom funcionamento de corpos e mentes depende do equilíbrio entre humores, o romance explora o excesso do mais saturnino deles: a bile negra, ou melancolia - do grego mélas (negro) e cholé (bile).


Sinopse: No ano de 1994, o tecido da realidade se dissipou, abrindo uma brecha para o mundo oculto. Seres, antes tidos como apenas lendas ou mitos, se mostraram ser bem reais e passaram a viver com os humanos. Depois da constituinte de 1997, que garantiu direitos aos seres chamados pajelantes, é comum ver curupira motorista de Uber, barba-ruiva sendo eleito deputado estadual e pisadeira massagista.
Esse é o fantástico mundo novo apresentado em Noir Carnavalesco.
No centro da trama está Bartolomeu Osório, um boto metido a detetive particular, que aceita investigar o sumiço de uma adolescente chamada Verônica Marte. Ele logo descobre que o caso é bem mais complicado do que ele imaginava. E, para piorar tudo, a cidade está borbulhando com a promessa da maior festa popular do planeta.


Sinopse: Romance com pitadas de nonsense e narrativa neofantástica. A trama se constrói em torno da vida de Tomás, rico gerente em uma empresa de investimentos financeiros que vê sua vida entrar em colapso ao receber a notícia de que uma cabeça surgiu na cama de seu quarto. A partir daí, a história aproxima o realismo ao inverossímil e ao lado grotesco e cruel da condição humana. A obra tem referências que vão desde as principais tragédias gregas, de Sófocles e Eurípedes, até Franz Kafka, Adolfo Bioy Casares e Jorge Luis Borges.


Sinopse: Descendente de uma longa linhagem de párocos galeses, Arthur Machen (1863 – 1947) teve uma criação típica para um homem de sua época. Estudou grego e latim, o que possibilitou sua incursão na leitura dos clássicos em sua língua original, onde posteriormente foi buscar inspiração para suas criações. Teve uma origem humilde apesar de sua educação, e viveu por muitos anos em Londres, em relativa pobreza, tentando conseguir emplacar a carreira de jornalista. Nessa mesma época, começou a traduzir do Francês, e seus trabalhos com o Heptameron e os contos de François Béroalde lhe conferiram alguma fama.

O primeiro título que publicou com algum sucesso, dentro do mundo da ficção e do horror, foi O grande Deus pã (1894), este, lhe rendendo uma relativa fama à época. A história, apesar de tida como um ultraje aos modos e bons costumes, foi também elogiada como uma peça inventiva e cruel.

Os contos que aqui trazemos tem como tema principal, a especulação da existência de raças antigas e mágicas, muito mais velhas que a própria raça-humana. São contos sombrios, cheios de mistérios e segredos apócrifos escondidos em histórias adulteradas e símbolos estranhos. O Povo Branco gira em torno de uma jovenzinha que diz enxergar coisas que as pessoas comuns não podem ver. Ela questiona se não seria verdade tudo aquilo que sua avó e sua aia lhe contam, seja em forma de inocentes canções, ou de contos-de-fada… A verdade se aproxima de forma sucinta, e sua incursão e experiências nesse mundo novo e assombroso é narrada em forma de diário.

Em O Selo Negro, um professor se depara com a descoberta de uma pedra negra marcada com estranhos símbolos; ele então mergulha em estudos especulativos, criando uma trama universal em torno da existência de seres antigos, mais velhos que a própria humanidade. A babá de seus filhos, uma jovem admiravelmente sagaz e ávida leitora de clássicos latinos, narra a história, participando dela ativamente com suas descobertas e sugestões. A contratação de um novo criado, um rapaz aparentemente ignorante, leva a narrativa para rumos inacreditáveis e novas e cruéis descobertas.

Machen é um esteta do horror, um descendente da antiga raça dos povos celtas e saxões, e que muito bem soube sintetizar e modificar as lendas e os contos-de-fada que ouvia de seus parentes na pequena e afastada região de Usk, até que essas maravilhosas lendas se tornassem histórias terríveis e mirabolantes, de especulação e horror cósmico.

Tendo em mãos este volume, o leitor não encontrará dificuldades em descobrir a origem de algumas das criaturas mais aborrentas de Lovecraft.


Sinopse: O Corvo, de Edgar Allan Poe, é um dos maiores clássicos da literatura universal. Nessa edição trilíngue o leitor tem a versão original em inglês do próprio Poe, em português (Machado de Assis e Fernando Pessoa) e francês (Charles Baudelaire). A obra vem ilustrada pela artista Lupe Vasconcelos.
Além de quatro versões do poema, o leitor também poderá entrar em contato com o texto “A filosofia da composição”, escrito por Edgar Allan Poe, no qual mostra um pouco o processo criativo que utilizou para confeccionar sua obra prima.


Além dos livros, a Editora também mandou uma ecobag, marcadores e um pôster <3


Nem preciso dizer que amei tudo, né? Em breve vai rolar por aqui uma semana especial com resenhas desses livros. Ah, já aproveita e passa lá no site da Editora Pyro ou no Instagram deles <3

Site | Instagram

Gostaram? Já leram algum? Me conta.
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Título: Cabaré dos Bandidos
Autor(a): Salomão Larêdo
Editora: Empíreo
Páginas: 192
Gênero: Ficção / Literatura Brasileira / Romance
Ano: 2018
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Sinopse: Publicado em 1989, Salomão Larêdo traz aquele que pode ser considerado um dos pontos altos de sua narrativa ficcional: o romance Cabaré dos Bandidos (originalmente intitulado Guamares).
Com acuidade, o autor penetra na realidade desigual de um dos bairros mais pobres, violentos e tradicionais da capital paraense, o Guamá. E é a partir de suas vielas e becos alagados, da miséria e da promiscuidade, que Salomão apresenta Herma, Jeones e Tumezão, personagens que, dentre tantos outros, resumem as vivências de um povo excluído e sofrido, mas que encontra, em meio à podridão, a solidariedade necessária para seguir em frente, com esperança em dias melhores.
Nessa nova edição, o leitor encontrará toda a força narrativa que tornou conhecido um dos mais importantes escritores paraenses e verá que, mesmo depois de décadas, as periferias latino-americanas permanecem como palcos de agudas dificuldades, atenuadas apenas quando as músicas começam a entoar os bailes do Cabaré dos Bandidos



Hey gente, tudo bem?
Quem aí já leu essa obra incrível? A resenha de hoje é de Cabaré dos Bandidos.

Aqui vamos acompanhar três personagens, Herma Verônica, Jeones e Tumezão, que são amigos e moram em um dos bairros mais pobres e violentos da capital paraense, o Guamá. E é em meio no meio da miséria, que eles encontram solidariedade para seguir em frente, tendo a esperança de que dias melhores virão.

Essa obra conta com assuntos extremamente importantes, e na minha opinião, deveria ser leitura obrigatória. Os personagens são muito bem trabalhados e ficaram na minha mente mesmo depois da leitura finalizada. O cabaré e o Guamá são pontos fortes na leitura, junto com a escrita do autor que fluí e conta com dialetos da região do Pará.
Sai da minha zona de conforto com essa leitura, e isso foi indescritível.

Edição maravilhosa da Editora Empíreo, o capricho e cuidado é algo que admiro no trabalho deles.

Recomendo para fãs da literatura nacional <3
Beijos!
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Título: Os Salgueiros (Círculo Lovecraft #1)
Autor(a): Algernon Blackwood
Editora: Empíreo
Páginas: 152
Gênero: Ficção / Horror / Suspense e Mistério
Ano: 2019
Skoob
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Quero começar essa resenha enaltecendo essa edição perfeita, capa dura, bilíngue e ilustrada, que faz parte da coleção Círculo Lovecraft, essa editora se tornou uma das minhas favoritas <3

Em Os Salgueiros, vamos acompanhar dois viajantes, sendo um deles sueco, descendo de barco o Danúbio, rio que corta parte do leste europeu. Cercado por salgueiros, eles passam a viver um martírio de sons e sensações perturbadoras.

Nunca tinha lido algo tão assombroso, o medo do desconhecido, o horror ao acompanhar essa viagem em meio ao pântano, em um lugar tão obscuro me fez sentir angustia e calafrios. É incômoda a sensação de sentir que algo vai acontecer, mas não acontecer realmente, isso que amo nesse gênero, o modo como as palavras envoltas de imaginação brincam com nossa mente durante a leitura.

Uma escrita envolvente, recheada de suspense. Nunca tinha lido nada do autor, e agora considero Os Salgueiros um dos meu favoritos do gênero, que delícia ler à noite.

Ah, esse conto é o preferido de HP Lovecraft.

Recomendo para amantes do gênero. Quem aí já leu?

Beijos!
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Citado por H. P. Lovecraft, mestre do horror sobrenatural, como a mais estranha e fantástica história que havia lido, Os Salgueiros (The Willows), do escritor inglês Algernon Blackwood, receberá, no Brasil, uma edição bilíngue e ilustrada. Quem assina a tradução é Stefano Danin e Anna Civolani, as ilustrações/projeto gráfico são de Leandro Benigno e Pemba Press e o prefácio fica por conta de Oscar Nestarez.
Por conta da temática presente em sua obra ficcional, Blackwood recebeu o justo apelido de “Fantasmagórico” e é considerado por grande parte dos críticos como um dos mais notáveis escritores de horror de todos os tempos.
Sua história mais famosa, Os Salgueiros, retrata as aventuras de dois viajantes que descem de barco o Danúbio, rio que corta parte do leste europeu, e passam a viver um verdadeiro inferno de sons e sensações perturbadoras, cercados por salgueiros, em uma região pantanosa. Dessa forma, o leitor é levado a uma experiência bastante específica do horror: o medo do desconhecido, daquilo que não pode ser explicado ou compreendido.
Blackwood traz, em sua narrativa, traços característicos do gênero quando coloca seus personagens em paisagens campestres distantes dos cenários urbanos e nunca antes exploradas pelo homem, em pântanos e rios ermos e estagnados, locais onde as pessoas sentem assombros e não são bem-vindas pela natureza.
Nas palavras de H. P. Lovecraft:
“A qualidade do gênio de Blackwood não pode ser posta em dúvida, pois ninguém sequer chegou perto do talento, da seriedade e da minudente exatidão com que ele registra as sugestões de estranheza em objetos e experiências ordinárias, ou o discernimento preternatural com que ele constrói, detalhe por detalhe as sensações e percepções que levam da realidade à existência  sobrenatural."

Páginas iniciais

Sobre o financiamento coletivo 

O site já está no ar, na página do Catarse: https://www.catarse.me/ossalgueiros

Sobre a editora 
A EMPÍREO (www.editoraempireo.com.br) é uma editora de literatura ficcional fundada em setembro de 2013, em São Paulo. Seu foco é publicar literatura rica em cultura, que edifique os leitores usando os mais variados temas e formatos, e proporcionar o prazer literário.



Vamos ajudar? https://www.catarse.me/ossalgueiros

Beijos!
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A Blogueira:


About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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